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A ASSOCIAÇÃO E O ESPECIALISTA
Julgando oportuno uma reflexão mais aprofundada das questões que urgem debater e que à Associação de Especialistas da Força Aérea deverá competir parece-nos sem dúvida cada vez mais apelativo o seu objecto principal e desígnio fundamental, a divulgação da Causa aeronáutica e a defesa e ajuda à inserção dos ex-Especialistas em qualquer tempo, dando Especial atenção ás causas de cariz solidário.
Numa acção tão natural como o seu nascimento compete à AEFA, agora já madura, a dignificação por todos os meios do Ramo de Defesa Nacional ao qual por vocação todos pertencemos um dia e hoje muitos anseiam por pertencer.
Tal como a casa mãe, a Força Aérea Portuguesa, sendo um pilar da soberania Nacional, entendemos que a AEFA tem de ser o Pilar de todos os Especialistas, independentemente das causas, dos tempos ou das contrariedades duma Pátria que é nossa.
A Associação, órgão de dimensão Nacional tem estado adormecida, num torpor de ausência consentida por todos os que construíram ilhas para o seu gáudio e bem viver. Estes fecharam as portas ao bom senso e à boa fé, consentiram que emoções de cariz pessoal fossem transpostas para a governação da coisa dos outros, esqueceram-se que quem dirige deve fazê-lo para os outros e não ser visto através dos seus “feitos” ou ser por isso considerado em construções de currículos públicos nos cargos que representou.
A defesa de instituição faz-se através de bem fazer e demonstrando aos elementos externos, obra. Pois só através dela se constrói a idoneidade que a nossa associação necessita.
A construção da imagem de uma instituição como a AEFA não pode estar dependente dos humores semanais de quem a dirige e os Especialistas têm de sentir que esta Casa tem um rumo, tem causas e tem objectivos.
Num mundo onde cada vez mais as instituições são confrontadas com grandes vicissitudes no desenvolvimento sustentabilizado das suas acções não nos podemos dar ao luxo de perder parceiros, muito pelo contrário devemos encontrar os parceiros ideais, os que sabem fazer.
A AEFA tem hoje um desafio importante, pois muito provavelmente nunca como hoje esta associação fez tanto sentido, o seu espólio de memória viva que são as pessoas tem de ser preservado, acarinhado e dar-lhe um Lar onde todos os que assim o entendam ainda, possam vir a sentir que o seu empenho e esforço pela Pátria teve uma retribuição. Até esse objectivo não ser integralmente cumprido, acompanhar e canalizar quem de nós necessite para as instituições de cariz social existentes, fazer com que a AEFA, nos vários locais onde se encontra seja uma associação de referência contribuindo com a sua presença no seio das Redes Sociais já existentes.
A entrega voluntariosa que cada elemento da estrutura nacional tem dado a esta Casa tem de ter compensação e agradecimento. Pois são homens e mulheres que muitas vezes têm de tirar da sua vida privada para estar presentes neste mundo associativo e sem auferir muitas vezes mais do que um silencio para as suas iniciativas e até comunicações.
A AEFA tem de ter uma presença irreverente, activa e responsavelmente empenhada, pois são esses os ícones do Espírito Especialista.
A MARCHA DO ESPECIALISTA
Executada pela Banda da Força Aérea